A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal reuniu, nesta segunda-feira (13), trabalhadores, dirigentes sindicais e parlamentares para uma audiência pública em homenagem ao Dia Nacional do Frentista, celebrado em 4 de março. A sessão colocou em evidência uma categoria essencial e frequentemente invisível para o funcionamento do país: os mais de 500 mil profissionais que abastecem veículos, orientam motoristas e garantem segurança em postos de combustíveis de norte a sul do Brasil, 25% dos quais são mulheres.
Debate-Presidida pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a audiência reuniu na mesa o presidente da Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro), Eusébio Luís Pinto Neto, e o secretário financeiro da entidade e presidente da Fepospetro, Luiz de Souza Arraes. Os dois dirigentes foram enfáticos ao afirmar que o papel dos frentistas vai muito além do simples abastecimento: são eles que mantêm viva a presença humana num setor crescentemente ameaçado pela automação. Eusébio aproveitou o espaço para defender a manutenção da Lei 9.956/2000, que proíbe o autosserviço nos postos, e cobrou maior diálogo com o setor patronal e as distribuidoras de combustível.
Benzeno-O senador Paulo Paim (PT-RS), histórico defensor dos direitos trabalhistas, também participou dos debates ao lado de dirigentes da Fenepospetro. A pauta foi extensa: valorização profissional, consolidação do Dia Nacional do Frentista no calendário cívico, exposição diária ao benzeno agente químico cancerígeno presente na gasolina, e o reconhecimento da atividade como especial para fins previdenciários, tese que já avança na Turma Nacional de Uniformização da Justiça Federal.
Livro-A audiência também celebrou o lançamento do livro Frentistas do Brasil Uma História de Trabalho e Dedicação, produzido pela editora Barro de Chão sob o comando de Mauro Rossi. A obra percorre a história da categoria desde a instalação das primeiras bombas de combustível no início do século XX passando por figuras icônicas da aviação como Santos Dumont até os trabalhadores contemporâneos de todas as regiões do país, transformando memórias orais em patrimônio cultural. Damares defendeu que o livro seja incorporado aos acervos do Senado Federal e da Câmara dos Deputados como documento vivo da trajetória da categoria e da própria história brasileira.
Pautas-Das reivindicações apresentadas ao longo da tarde, destacaram-se a criação de planos de saúde específicos para a categoria, a redução da jornada de trabalho, o monitoramento sistemático da exposição ao benzeno e a qualificação profissional diante do avanço da automação. Representantes do Ministério do Trabalho e do setor de combustíveis reforçaram o papel dos sindicatos na conquista de direitos e a urgência de políticas públicas voltadas à saúde e à segurança dos trabalhadores.
Ao encerrar a sessão, o Senado não apenas homenageou os frentistas reafirmando o compromisso institucional com a dignidade de uma profissão que, ignorada por muitos, move o Brasil todos os dias.
Via FENEPOSPETRO






A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal reuniu, nesta segunda-feira (13), trabalhadores, dirigentes sindicais e parlamentares para uma audiência pública em homenagem ao Dia Nacional do Frentista, celebrado em 4 de março. A sessão colocou em evidência uma categoria essencial e frequentemente invisível para o funcionamento do país: os mais de 500 mil profissionais que abastecem veículos, orientam motoristas e garantem segurança em postos de combustíveis de norte a sul do Brasil, 25% dos quais são mulheres.
Debate-Presidida pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a audiência reuniu na mesa o presidente da Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro), Eusébio Luís Pinto Neto, e o secretário financeiro da entidade e presidente da Fepospetro, Luiz de Souza Arraes. Os dois dirigentes foram enfáticos ao afirmar que o papel dos frentistas vai muito além do simples abastecimento: são eles que mantêm viva a presença humana num setor crescentemente ameaçado pela automação. Eusébio aproveitou o espaço para defender a manutenção da Lei 9.956/2000, que proíbe o autosserviço nos postos, e cobrou maior diálogo com o setor patronal e as distribuidoras de combustível.
Benzeno-O senador Paulo Paim (PT-RS), histórico defensor dos direitos trabalhistas, também participou dos debates ao lado de dirigentes da Fenepospetro. A pauta foi extensa: valorização profissional, consolidação do Dia Nacional do Frentista no calendário cívico, exposição diária ao benzeno agente químico cancerígeno presente na gasolina, e o reconhecimento da atividade como especial para fins previdenciários, tese que já avança na Turma Nacional de Uniformização da Justiça Federal.
Livro-A audiência também celebrou o lançamento do livro Frentistas do Brasil Uma História de Trabalho e Dedicação, produzido pela editora Barro de Chão sob o comando de Mauro Rossi. A obra percorre a história da categoria desde a instalação das primeiras bombas de combustível no início do século XX passando por figuras icônicas da aviação como Santos Dumont até os trabalhadores contemporâneos de todas as regiões do país, transformando memórias orais em patrimônio cultural. Damares defendeu que o livro seja incorporado aos acervos do Senado Federal e da Câmara dos Deputados como documento vivo da trajetória da categoria e da própria história brasileira.
Pautas-Das reivindicações apresentadas ao longo da tarde, destacaram-se a criação de planos de saúde específicos para a categoria, a redução da jornada de trabalho, o monitoramento sistemático da exposição ao benzeno e a qualificação profissional diante do avanço da automação. Representantes do Ministério do Trabalho e do setor de combustíveis reforçaram o papel dos sindicatos na conquista de direitos e a urgência de políticas públicas voltadas à saúde e à segurança dos trabalhadores.
Ao encerrar a sessão, o Senado não apenas homenageou os frentistas reafirmando o compromisso institucional com a dignidade de uma profissão que, ignorada por muitos, move o Brasil todos os dias.
Via FENEPOSPETRO







A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal reuniu, nesta segunda-feira (13), trabalhadores, dirigentes sindicais e parlamentares para uma audiência pública em homenagem ao Dia Nacional do Frentista, celebrado em 4 de março. A sessão colocou em evidência uma categoria essencial e frequentemente invisível para o funcionamento do país: os mais de 500 mil profissionais que abastecem veículos, orientam motoristas e garantem segurança em postos de combustíveis de norte a sul do Brasil, 25% dos quais são mulheres.
Debate-Presidida pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a audiência reuniu na mesa o presidente da Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro), Eusébio Luís Pinto Neto, e o secretário financeiro da entidade e presidente da Fepospetro, Luiz de Souza Arraes. Os dois dirigentes foram enfáticos ao afirmar que o papel dos frentistas vai muito além do simples abastecimento: são eles que mantêm viva a presença humana num setor crescentemente ameaçado pela automação. Eusébio aproveitou o espaço para defender a manutenção da Lei 9.956/2000, que proíbe o autosserviço nos postos, e cobrou maior diálogo com o setor patronal e as distribuidoras de combustível.
Benzeno-O senador Paulo Paim (PT-RS), histórico defensor dos direitos trabalhistas, também participou dos debates ao lado de dirigentes da Fenepospetro. A pauta foi extensa: valorização profissional, consolidação do Dia Nacional do Frentista no calendário cívico, exposição diária ao benzeno agente químico cancerígeno presente na gasolina, e o reconhecimento da atividade como especial para fins previdenciários, tese que já avança na Turma Nacional de Uniformização da Justiça Federal.
Livro-A audiência também celebrou o lançamento do livro Frentistas do Brasil Uma História de Trabalho e Dedicação, produzido pela editora Barro de Chão sob o comando de Mauro Rossi. A obra percorre a história da categoria desde a instalação das primeiras bombas de combustível no início do século XX passando por figuras icônicas da aviação como Santos Dumont até os trabalhadores contemporâneos de todas as regiões do país, transformando memórias orais em patrimônio cultural. Damares defendeu que o livro seja incorporado aos acervos do Senado Federal e da Câmara dos Deputados como documento vivo da trajetória da categoria e da própria história brasileira.
Pautas-Das reivindicações apresentadas ao longo da tarde, destacaram-se a criação de planos de saúde específicos para a categoria, a redução da jornada de trabalho, o monitoramento sistemático da exposição ao benzeno e a qualificação profissional diante do avanço da automação. Representantes do Ministério do Trabalho e do setor de combustíveis reforçaram o papel dos sindicatos na conquista de direitos e a urgência de políticas públicas voltadas à saúde e à segurança dos trabalhadores.
Ao encerrar a sessão, o Senado não apenas homenageou os frentistas reafirmando o compromisso institucional com a dignidade de uma profissão que, ignorada por muitos, move o Brasil todos os dias.
Via FENEPOSPETRO





